14 de fevereiro de 2020

COLA SAPATÃO: Estratégias lésbicas de combate e resistência através da Arte

Autoras: Ana Carolina Castello Branco Spada e Daniella Soares Barsoumian

Resumo:

“Sapatão cola velcro!” – uma clássica pejorativa que nos atiram – para matar – entre tantas outras marcantes das histórias de mulheres que se relacionam afetivamente e sexualmente com outras mulheres. “Sapatão!” – gritam com ódio da nossa existência. Pois bem, nos apropriaremos do que é nosso e faremos armas potentes para os combates diários, históricos e sociais que enfrentamos: “COLA SAPATÃO” – revidaremos! E num grude indissolúvel, seremos cada vez mais gigantes em nossa força. Criado por um casal sapatão que anseia juntar e conectar mulheres lésbicas para fortalecimento individual e coletivo, a partir de desejos, trocas e ações artísticas, “COLA SAPATÃO” teve sua primeira edição em Palmas/TO, em março de 2018. Com visibilidade, encontros e fortalecimento junto à mulheres lésbicas e Bi da capital do Tocantins, o resultado foi um super “arraso-sapatão!”.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em: Revista Brasileira de Estudos da Homocultura

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13 de fevereiro de 2020

Fixidez e a desconstrução: uma discussão sobre a identidade lésbica invisibilizada nas artes

Autora: Camila Karla Grillo e Ricardo Lanzarini

Resumo: 
Este artigo traz uma reflexão sobre a importância do teatro para o debate da identidade lésbica no Brasil, com outras artes como as telenovelas brasileiras e a fotografia, que apresenta elementos da cultura afro, base da identidade nacional, bem como traz o estudo de caso da Parada do Orgulho Gay 2017. Para tanto, adotou-se o método indutivo em diálogo analítico com a revisão literária moderna dos estudos queer, especialmente sobre a identidade lésbica. Assim, propõe-se um chamamento para a reflexão e a pesquisa científica sobre a arte lésbica no Brasil, bem como sobre sua visibilidade e representatividade social. Como resultado, há o apontamento das identidades lésbicas que não são devidamente representadas nas artes cênicas brasileiras, tal qual acontece em trabalhos estrangeiros sobre a temática. Levanta-se, também, a provocação para a discussão e a pesquisa que é praticamente inexistente na perspectiva aqui relatada.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em: Revista Ártemis

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7 de fevereiro de 2020

Estudante mulher lésbica artista

Autora: Mariana Franco Pacor

Resumo: 
Este trabalho constitui-se a partir de uma historiografia dos movimentos de arte feminista. Serão analisadas manifestações artísticas de engajamento feminista da segunda metade do século XX, no Brasil e nos Estados Unidos da América, aliadas à produção de mulheres lésbicas artistas da primeira metade do século XX na França. Especificamente, dentro destas manifestações, busca-se destacar os projetos de história lesbiana e a produção destas artistas, inserindo neste contexto a minha própria produção e pensamento estético como estudante mulher lésbica artista feminista.

Ano da publicação: 2017

Publicado por/em: Instituto de Artes - TCC em Universidade Estadual Paulista

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6 de fevereiro de 2020

Mulheres que amam mulheres: uma investigação na história das artes visuais

Autora: Lívia Auler

Resumo: 
Este artigo investiga a produção de mulheres artistas que direcionaram sua obra para as questões da lesbianidade. A fi m de melhor contextualizar a pesquisa, serão feitas, primeiramente, algumas considerações sobre a exclusão das artistas mulheres ao longo da história das artes visuais. A partir disso, podemos chegar ao pronto crucial: a dupla invisibilidade de artistas lésbicas. Após essas considerações, será feito um resgate histórico, de forma resumida, de algumas artistas lésbicas que fizeram de seu trabalho um instrumento de luta e posicionamento político e que, paralelamente ao movimento feminista, procuraram trazer visibilidade às mulheres que amam outras mulheres.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em: Revista Valise

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4 de fevereiro de 2020

Mulheres e artes visuais no Brasil: caminhos, veredas, descontinuidades

Autora: Luciana Grupelli Loponte

Resumo: 
O presente artigo pretende apresentar uma pequena narrativa não-linear sobre a presença (e ausência) das mulheres no campo das artes visuais no Brasil, principalmente a partir das publicações disponíveis sobre o tema, em especial, catálogos de exposições e textos isolados. A ênfase desta narrativa se dá na busca pela mulher como criadora, e não simplesmente como objeto de representação e contemplação. Para este fim, utilizam-se referenciais dos estudos feministas, assim como incursões teóricas em Michel Foucault. Privilegiando o deslocamento provocado por algumas artistas que transitam entre “manobras radicais” e “discretas ousadias”, percebe-se certa descontinuidade em um discurso repleto de silêncios, ao mesmo tempo de “veredas” que modificam o nosso olhar para o feminino e a própria arte.

Ano da publicação: 2012

Publicado por/em: Revista Visualidades

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30 de janeiro de 2020

Políticas Públicas sobre diversidade sexual na educação e vivências pedagógicas de professoras lésbicas na escola: notas sobre a cidade de Vitória

Autora: Ariane Celestino Meireles

Resumo: 
Este trabalho dedica-se a investigar a dinâmica do debate sobre sexualidade, homofobia e temas correlatos nas escolas da Prefeitura Municipal de Vitória, a partir de depoimentos de professoras lésbicas e bissexuais que atuam na educação básica. Interessou compreender se a identidade sexual dessas professoras é elemento importante nesse contexto e investigar em quais instrumentos se materializam as políticas públicas em educação para a diversidade sexual na Prefeitura de Vitória e nacionalmente. A análise das subjetividades da construção do sujeito político lésbica ou bissexual a partir dos depoimentos das professoras participantes e das que se recusaram a participar evidenciou a ocultação da sexualidade não normativa para garantir o respeito profissional. Evidências de homofobia institucional problematizadas nos depoimentos apontaram que estudantes e professoras(es) são alvo de atitudes de preconceito por orientação sexual na escola, sugerindo insuficiente investimento da prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação nas políticas públicas de diversidade sexual na educação. Os instrumentos nacionais analisados evidenciam tendência de promoção da educação sexual na perspectiva heterossexista, com ênfase na prevenção de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis, omitindo tanto o debate sobre equidade de gênero e sexual, como a valorização de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Destaca os instrumentos que abordam a diversidade sexual, cuja implementação é dificultada pela homofobia institucional. Propõe ações para promover políticas públicas de equidade de gênero e sexual na Secretaria Municipal de Educação de Vitória.

Ano da publicação: 2012

Publicado por/em: PPGPS - Tese - Universidade Federal do Espírito Santo

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29 de janeiro de 2020

Encontro com o machismo na sala de aula: aprendizagens a partir de experiências de professoras

Autora: Luisa Bitencourt Martins e Gabriela da Silva Bulla

Resumo:
Este trabalho tem como objetivo refletir sobre como professoras de línguas lidam especificamente com questões de machismo em sala de aula. Para tal, analisamos três narrativas episódicas selecionadas de um conjunto de dados gerados a partir de entrevistas com três professoras de Língua e Literatura que atuaram e atuam em contexto de escola pública, escola particular e curso de português para estrangeiros. Na análise das narrativas, discutimos os principais desafios e dificuldades enfrentados pelas professoras, bem como as soluções encontradas por elas nestas situações. A análise dos dados aponta para algumas sugestões de encaminhamentos que podem auxiliar professores, tais como: pesquisar e se preparar para possíveis problemáticas que possam surgir em aula; trabalhar gênero e sexualidade a partir de projetos de aprendizagem com sequências didáticas; não responder comentários machistas dos alunos diretamente e sim promover a reflexão e a crítica ao machismo durante o desenvolvimento do projeto e a partir de textos autênticos e de diferentes gêneros do discurso; se preocupar com o papel dos meninos/homens nas discussões em sala de aula sobre gênero e sexualidade; empoderar as mulheres da turma nas discussões. Os desdobramentos das aulas sobre essas temáticas mostram avanços significativos, como alunos repensando suas atitudes como homens e mulheres se sentindo empoderadas.

Ano da publicação: 2017

Publicado por/em: 13º Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11

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28 de janeiro de 2020

Questionando a proposital invisibilidade: reflexões sobre a abordagem das relações de gênero no PIBID – interdisciplinar da UPE Campus Petrolina

Autora: Janaina Guimarães da Fonseca e Silva e Camila dos Passos Roseno

Resumo:
O Plano Nacional de Educação – Lei nº 13.005 de 25 de junho de 2014 – foi aprovado após uma intensa disputa liderada pelos setores religiosos e fundamentalistas da assembleia legislativa do país para a não-inserção das questões de gênero no currículo escolar. Mas porque não discutir essa problemática? Dessa forma, este artigo tem como objetivo problematizar a legislação pertinente às questões de gênero, assim como apontar possíveis abordagens das relações de gênero em sala de aula através de uma experiência realizada no Programa de Iniciação à Docência – PIBID – da Universidade de Pernambuco – campus Petrolina. Nossa preocupação se estende também à formação de professoras e professores para trabalharem as questões de gênero, posto que a maioria dos cursos de licenciatura do país não prepara as/os estudantes para abordar a temática.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em:  Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação

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23 de janeiro de 2020

Quando a nossa voz ganha o mundo – garotas pelo direito à educação no Brasil

Autoria Ação Educativa

Resumo: 
Este é um guia produzido especialmente para garotas conhecerem e discutirem sobre o seu direito à educação no Brasil. Há muito tempo, meninas e mulheres têm investido na educação como forma de conquistar mais avanços na vida e na sociedade. Afinal, conhecimento é poder e ainda vivemos em uma sociedade machista e racista que desrespeita e diz muitos NÃOs às mulheres.

Ano da publicação: 2019

Publicado por/em: Ação Educativa

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22 de janeiro de 2020

Manual de Defesa Contra a Censura nas Escolas

Autoria de diversas organizações

Resumo (trechos retirados da introdução do texto): 
Este Manual foi elaborado como uma resposta às agressões dirigidas a professoras e professores e a escolas como estratégias de ataque de movimentos reacionários à liberdade de ensino e ao pluralismo de concepções pedagógicas, princípios previstos na Constituição Federal (1988). Porém, ao longo deste trabalho, a complexidade deste fenômeno nas escolas foi conferindo ao significadode “defesa” um sentido especial, mais amplo que a merar à agressão injusta.
A defesa aqui proposta tem duas dimensões complementares: a primeira compreende o conjunto de estratégias e medidas específicas pensadas como respostas às agressões concretas; a segunda valoriza o debate público sobre essas situações como forma de enfrentamento de um conflito social gerado pela manipulação das ideias.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em: Várias Iniciativas (conferir no documento)

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