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28 de janeiro de 2020

Questionando a proposital invisibilidade: reflexões sobre a abordagem das relações de gênero no PIBID – interdisciplinar da UPE Campus Petrolina

Autora: Janaina Guimarães da Fonseca e Silva e Camila dos Passos Roseno

Resumo:
O Plano Nacional de Educação – Lei nº 13.005 de 25 de junho de 2014 – foi aprovado após uma intensa disputa liderada pelos setores religiosos e fundamentalistas da assembleia legislativa do país para a não-inserção das questões de gênero no currículo escolar. Mas porque não discutir essa problemática? Dessa forma, este artigo tem como objetivo problematizar a legislação pertinente às questões de gênero, assim como apontar possíveis abordagens das relações de gênero em sala de aula através de uma experiência realizada no Programa de Iniciação à Docência – PIBID – da Universidade de Pernambuco – campus Petrolina. Nossa preocupação se estende também à formação de professoras e professores para trabalharem as questões de gênero, posto que a maioria dos cursos de licenciatura do país não prepara as/os estudantes para abordar a temática.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em:  Revista Ibero-Americana de Estudos em Educação

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27 de agosto de 2019

O conservadorismo na educação: por que não falar sobre gênero?

Autora: Camila dos Passos Roseno

Resumo:

A aprovação do Plano Nacional de Educação – Lei no 13.005 de 25 de junho de 2014 – foi aprovada após uma intensa disputa liderada pelos setores religiosos e fundamentalistas da assembleia legislativa do país, para a não-inserção das questões de gênero no currículo escolar. Mas porque não discutir essa problemática? Dessa forma, este artigo tem como objetivo problematizar a legislação pertinente às questões de gênero, assim como apontar as possibilidades e garantias de tratar destes assuntos no ensino fundamental II. Nossa preocupação se estende também a formação de professores para trabalharem as questões de gênero, posto que a maioria dos cursos de licenciatura do país não preparam seus estudantes para abordar a temática.

Ano da publicação: 2016


Publicado por/em: 19º REDOR

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A emersão diante da proposital invisibilidade: por que não falar de gênero na educação?

Autoras: Camila dos Passos Roseno e Janaina Guimarães da Fonseca Silva

Resumo:

No ano de 2014, o Plano Nacional de Educação foi aprovado após uma intensa disputa liderada pelos setores religiosos e fundamentalistas da assembleia legislativa do país, para a não-inserção das questões de gênero no currículo escolar. Mas porque não discutir essa problemática? Dessa forma, este artigo tem como objetivo problematizar a legislação pertinente às questões de gênero, assim como apontar as possibilidades e garantias de tratar destes assuntos no ensino fundamental II. Nossa preocupação se estende também a formação de professores para trabalharem as questões de gênero, posto que a maioria dos cursos de licenciatura do país não preparam seus estudantes para abordar a temática.

Ano da publicação: 2016


Publicado por/em: VI EPEPE - Encontro de Pesquisa Educacional em Pernambuco

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Gênero nas universidades públicas de Juazeiro e de Petrolina: Resistências nos currículos e na formação docente

Autoras: Camila dos Passos Roseno e Daniela Auad

Resumo:

A aprovação do Plano Nacional de Educação em 2014 foi um importante palco para as manifestações conservadoras presentes no Congresso Nacional, com a proposta de retirada de qualquer proposição discursiva que envolvesse o trabalho escolar com temas relacionados a gênero e sexualidade. Entretanto, no ano seguinte, em 2015, o Conselho Nacional de Educação (CNE) definiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior dos profissionais do magistério estabelecendo que os conteúdos específicos em “direitos humanos, diversidades étnico-racial, de gênero, sexual” (BRASIL, 2015, p.11) devem ser garantidos nas estruturas curriculares dos cursos de licenciatura do Brasil. Essa medida pode ser considerada um avanço diante de diversos retrocessos que vêm ocorrendo no país. Assim, o presente trabalho tem como objetivo identificar a existência ou não de disciplinas obrigatórias e/ou eletivas sobre os estudos de gênero e sexualidade nos cursos de licenciatura das universidades públicas das cidades de Juazeiro - BA e Petrolina - PE.

Ano da publicação: 2018


Publicado por/em: 7º EPEPE - Encontro Pesquisa Educacional em Pernambuco

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24 de agosto de 2019

Formação docente em universidades públicas do nordeste: gênero como resistência democrática nos currículos

Autora: Camila dos Passos Roseno e Daniela Auad

Resumo:

A aprovação do Plano Nacional de Educação em 2014 foi um importante palco para as manifestações conservadoras presentes no Congresso Nacional, com a proposta de retirada de qualquer proposição discursiva que envolvesse o trabalho escolar com temas relacionados a gênero e sexualidade. Entretanto, no ano seguinte, em 2015, o Conselho Nacional de Educação (CNE) definiu as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior dos profissionais do magistério estabelecendo que os conteúdos específicos em “direitos humanos, diversidades étnico- racial, de gênero, sexual” (BRASIL, 2015, p.11) devem ser garantidos nas estruturas curriculares dos cursos de licenciatura do Brasil. Essa medida pode ser considerada um avanço diante de diversos retrocessos que vêm ocorrendo no país. Assim, o presente trabalho tem como objetivo identificar a existência ou não de disciplinas obrigatórias e/ou eletivas sobre os estudos de gênero e sexualidade nos cursos de licenciatura das universidades públicas das cidades de Juazeiro - BA e Petrolina - PE.

Ano da publicação: 2019


Publicado por/em: Revista Práxis Educacional

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28 de julho de 2019

A lesbianidade como arte da produção de si e suas interfaces no currículo

Autoras: Patrícia Daniela Maciel e Maria Manuela Alves Garcia

Resumo: 
Com base em relatos autobiográficos de um grupo de sete mulheres professoras da educação básica que em algum momento assumiram-se lésbicas, discute-se, valendo-se de discursos de gênero, como elas produzem a docência e o currículo. Como referências, utiliza-se a noção de experiência de Walter Benjamin, Giorgio Agamben e Jorge Larrosa, que inspirou a coleta e a análise das narrativas. Aliam-se a esses estudos as contribuições de Michel Foucault acerca da sexualidade e do cuidado de si e a crítica de Judith Butler ao sistema corpo/sexo/gênero. Conclui-se que as experiências das professoras como lésbicas nas escolas produzem uma pedagogia que atua não apenas como questionamento dos padrões heteronormativos, mas como uma produção de conhecimento próprio pela qual elas reinventam suas identidades como professoras.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em: Revista Brasileira de Educação

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