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21 de janeiro de 2020

Gênero e Educação: fortalecendo uma agenda para as políticas educacionais

Autoras: Claudia Vianna, Denise Carreira, Ingrid Leão, Sandra Unbehaum, Suelaine Carneiro, Sylvia Cavasin

Resumo (retirado da introdução do texto):
Esta publicação reúne um conjunto de artigos resultante do  projeto Gênero e educação: fortalecendo uma agenda para as políticas educacionais, apoiado por meio do edital público SPM/PR (Convênio n.  077/2014).  O  Projeto  foi  desenvolvido  entre  2014  e  2016  pela  Ação Educativa em parceria com as organizações CLADEM – Comitê da América  Latina  e  do  Caribe  para  a  Defesa  dos  Direitos  da  Mulher,  ECOS –  Comunicação  em  Sexualidade  e  Geledés  –  Instituto  da  Mulher  Negra. Além das quatro organizações de sociedade civil, a coedição desta publicação conta com a participação do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas, instituição de pesquisa de grande reconhecimento acadêmico e parceira em várias ações comprometidas com a promoção da igualdade de gênero na educação. 

Ano da publicação: 2016

Publicado por/em: Ação Educativa

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24 de agosto de 2019

Gênero na educação básica: quem se importa? Uma análise de documentos de políticas públicas no Brasil

Autoras: Claudia Vianna e Sandra Unbehaum

Resumo:
Este artigo examina a inclusão da perspectiva de gênero na educação infantil e no ensino fundamental, no período de 1988 a 2002, com ênfase no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) e nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino fundamental (PCN). Conclui que, embora esses documentos constituam importantes instrumentos de referência para a construção de políticas públicas de educação no Brasil, a partir da ótica de gênero, contribuindo com a formação e com a atuação de professoras e professores, essas políticas não são devidamente efetivadas pelo Estado. Não existem estudos sistematizados sobre a efetividade dessas proposições e sobre possíveis mudanças na prática pedagógica de educadoras(es). Desse modo, sua legitimidade fica prejudicada, assim como a proposição de uma política que pretende garantir condições igualitárias de qualidade para o sistema de ensino e para a formação docente, a partir de um currículo nacional.

Ano da publicação: 2006

Publicado por/em: Revista Educação & Sociedade

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