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16 de maio de 2020

Revista Alternativa L

Sobre a revista: 
Revista Alternativa L é uma revista que desenvolve um conteúdo feminino lésbico diferente dos conteúdos abordados nas publicações femininas atuais, principalmente por tratar de assuntos pertinentes ao universo Lésbico

O projeto tem apoio e financiamento do programa Fomento Cultura da Periferia Ed2 da secretaria de Cultura da cidade de São Paulo

Em 2018 demos inicio À 5 temporada e com um diferencial: A Revista mantém 50% no minimo de seu conteúdo para as lésbicas e os outros 50 % divididos entre as outras letras da sigla LGBT caso tenham textos. Em 2018 e 2019 a revista é : Alternativa L escrevendo com camaleões .

Acesse as revistas clicando aqui.

28 de julho de 2019

Uma perspectiva sapatão para o estudo do Jornalismo

Autora: Paula Évelyn Silveira Barbosa

Resumo: 
A partir de breve revisão bibliográfica, detalho no que consiste uma perspectiva sapatão de análise e discuto o impacto da adoção dessa categoria em pesquisas sobre o jornalismo e a imprensa. A ideia é provocar um debate sobre a relação entre jornalismo, pesquisa científica e a produção e reprodução de desigualdades e assimetrias de poder nesses espaços. Para isso, discorro sobre a noção de lésbica/sapatão, além de discutir sobre as bases epistemológicas do jornalismo e sua relação com a heteronormatividade. Por fim, a figura da sapatão é apresentada como metáfora para guiar uma virada epistemológica.

Ano da publicação: 2019

Publicado por/em: Revista Brasileira de Estudos da Homocultura - Dossiê (R)existência e Invisibilidade Lésbica: Entre conceitos, panoramas e percursos

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2 de julho de 2019

Vai Sapatão! Potência da imprensa lésbica enquanto uma pedagogia cultural lesbiana

Autores: Larissa Pinto Martins e Marcio Caetano

Resumo: 
Ao dispor-se de perspectivas apreendidas dos Estudos Culturais e Feministas, é possivel apropriar-se do entendimento de que os artefatos culturais veiculados as Mídias são poderosos objetos de análise. Desse modo, utilizaremos a imprensa alternativa lésbica circulada na década de 1980 por mulheres que participavam do movimento feminista e movimento homossexual, como escolha para esta abordagem, encontra-se o boletim Chanacomchana, produzido pelo Grupo de Ação Lésbica Feminista. Consideramos esta mídia enquanto uma pedagogia cultural de grande relevância para os estudos voltados a áreas de Educação, Comunicação, Lesbianidade e afins, pois através de suas publicações tinham como objetivo transmitir conhecimentos, valores e habilidades para suas leitoras. Os boletins Chanacomchana possibilitavam para suas leitoras um novo espaço de resistência e ressignificações de ideias, retirando-as de uma posição de marginalizadas, possibilitando que as lésbicas adquirissem voz e conquistassem espaços por meio do diálogo com outros movimentos sociais, como o movimento feminista e o movimento homossexual. Compreendemos que os discursos são fortemente marcados por relações de poderes, que provêm de diferentes segmentos econômicos, sociais e culturais, de diferentes ideologias e crenças e que são apresentados por diferentes agentes que consolidam as verdades e buscam convencer sobre as perspectivas de vida, de expressão, de ser e de estar no mundo. Desta forma, nossa intenção central para este trabalho é analisar os modos como os discursos presentes na imprensa alternativa lésbica brasileira produziram possibilidades acerca da performatividade de mulheres lésbicas, problematizando suas formas de existência, reivindicando uma identidade política e sexual, instigando o que ela poderia viver e experimentar. 

Ano da publicação: 2020

Publicado por/em: IBDSEX

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16 de maio de 2019

ChanacomChana também é bacana! Estudo sobre a imprensa lésbica no Brasil (1981 - 1987)

Autora: Larissa Pinto Martins

Resumo: 
No presente trabalho busco abordar a importância da construção de um sujeito agente de representação para que mulheres lésbicas feministas consigam reivindicar suas necessidades perante o Estado, assim como afirmar-se enquanto um movimento social. A partir de análises do boletim Chanacomchana busco evidenciar como as pautas específicas das mulheres lésbicas eram abordadas, assim como o fato de o boletim servir como marco para a visibilidade e representatividade de um público alvo de mulheres lésbicas.

Ano da publicação: 2017

Publicado por/em: História - TCC - Universidade Federal do Pampa

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