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2 de julho de 2019

Vai Sapatão! Potência da imprensa lésbica enquanto uma pedagogia cultural lesbiana

Autores: Larissa Pinto Martins e Marcio Caetano

Resumo: 
Ao dispor-se de perspectivas apreendidas dos Estudos Culturais e Feministas, é possivel apropriar-se do entendimento de que os artefatos culturais veiculados as Mídias são poderosos objetos de análise. Desse modo, utilizaremos a imprensa alternativa lésbica circulada na década de 1980 por mulheres que participavam do movimento feminista e movimento homossexual, como escolha para esta abordagem, encontra-se o boletim Chanacomchana, produzido pelo Grupo de Ação Lésbica Feminista. Consideramos esta mídia enquanto uma pedagogia cultural de grande relevância para os estudos voltados a áreas de Educação, Comunicação, Lesbianidade e afins, pois através de suas publicações tinham como objetivo transmitir conhecimentos, valores e habilidades para suas leitoras. Os boletins Chanacomchana possibilitavam para suas leitoras um novo espaço de resistência e ressignificações de ideias, retirando-as de uma posição de marginalizadas, possibilitando que as lésbicas adquirissem voz e conquistassem espaços por meio do diálogo com outros movimentos sociais, como o movimento feminista e o movimento homossexual. Compreendemos que os discursos são fortemente marcados por relações de poderes, que provêm de diferentes segmentos econômicos, sociais e culturais, de diferentes ideologias e crenças e que são apresentados por diferentes agentes que consolidam as verdades e buscam convencer sobre as perspectivas de vida, de expressão, de ser e de estar no mundo. Desta forma, nossa intenção central para este trabalho é analisar os modos como os discursos presentes na imprensa alternativa lésbica brasileira produziram possibilidades acerca da performatividade de mulheres lésbicas, problematizando suas formas de existência, reivindicando uma identidade política e sexual, instigando o que ela poderia viver e experimentar. 

Ano da publicação: 2020

Publicado por/em: IBDSEX

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16 de maio de 2019

ChanacomChana também é bacana! Estudo sobre a imprensa lésbica no Brasil (1981 - 1987)

Autora: Larissa Pinto Martins

Resumo: 
No presente trabalho busco abordar a importância da construção de um sujeito agente de representação para que mulheres lésbicas feministas consigam reivindicar suas necessidades perante o Estado, assim como afirmar-se enquanto um movimento social. A partir de análises do boletim Chanacomchana busco evidenciar como as pautas específicas das mulheres lésbicas eram abordadas, assim como o fato de o boletim servir como marco para a visibilidade e representatividade de um público alvo de mulheres lésbicas.

Ano da publicação: 2017

Publicado por/em: História - TCC - Universidade Federal do Pampa

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14 de maio de 2019

Dia da visibilidade lésbica: 23 anos de uma história mal contada e sem registro

Autora: Miriam Martinho

Resumo: 
Miriam Martinho resgata a história da militância lésbica no Brasil, relembrando eventos, grupos, alianças e conflitos do movimento no país. Além disso, conta a origem do dia do orgulho lésbico e do dia da visibilidade lésbica do seu ponto de vista.

Ano da publicação: 2017

Publicado por/em: Rede um Outro Olhar (http://www.umoutroolhar.com.br)

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19 de Agosto - Dia do orgulho das lesbianas do Brasil

Organizadora: Miriam Martinho 

Resumo (retirado da introdução): 
Este livreto resgata, com fotos e registros originais de época, o momento histórico do dia 19 de agosto de 1983 e também a trajetória do Movimento Lésbico nacional e internacional desde seus primeiros passos.
Assim resgatamos, numa parte, o panfleto que foi distribuído para as frequentadoras do Ferro’s, informando da proibição da venda do boletim do GALF naquele estabelecimento; a matéria posterior à manifestação, elaborada pela jornalista Vanda Frias, integrante do GALF; outro panfleto do GALF também distribuído no Ferro’s e a moção de repúdio aos donos do bar, pelas ações discriminatórias, e de apoio às integrantes do GALF. Anexamos também fotos do evento que marcam os principais momentos da manifestação.
Na segunda parte deste trabalho, resgatamos a memória de Rosely Roth e de suas atividades em prol dos direitos das lésbicas brasileiras e, na terceira, a trajetória do jovem Movimento Lésbico internacional e uma cronologia do mesmo. Na quarta parte, em uma nova edição deste livreto (2011), acrescentamos um texto sobre as diversas correntes do feminismo.

Ano da publicação: 2009

Publicado por/em: Rede um Outro Olhar (http://www.umoutroolhar.com.br)

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18 de agosto de 2018

Identidade de gênero e resistência lésbica na Residência Universitária Feminina da UFBA, anos 80

 Autora: Rebeca Benevides

Resumo: 
Essa pesquisa inicial, trás a partir da importância de registrar a história e memória, das mulheres, sobretudo das lésbicas e bissexuais, na residência universitária da UFBA, nos anos 80. Tornando as suas vivências como forma de resistência, atuação politica relevante para ser registrada essa história, na história das residências, da UFBA e do movimento de lésbicas e mulheres bissexuais da Bahia. Através das Quintas cross, que só o termo cross, problematiza e simboliza a ruptura linguística, a luz da criatividade e irreverência, ao nomear as lésbicas dessa forma. Sendo um grupo de sociabilidade lésbica, que rompe com a moralidade heteronormativa vigente, que tentava lhe impor um padrão de mulher, que não lhe comportavam. Usando a história oral e a ancestralidade africana, como potencializadores métodos para analisar as fontes orais, compreendendo a partir da interseccionalidade, as singularidades das 6 entrevistas, proporcionado a identificação das suas identidades. 

Ano da publicação: 2017

Publicado por/em: Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - TCC - Universidade Federal da Bahia - UFBA

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