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4 de dezembro de 2019

O Debate sobre Deficiência e Cuidado como Desafio para as Teorias de Justiça

Autora: Flávia Squinca

Resumo: 
A deficiência traz grandes desafios para a elaboração de políticas públicas e para a organização do ordenamento social como um projeto de justiça. O objetivo deste artigo é apresentar o debate proposto pelas teorias de deficiência; a discussão sobre cuidado proposta pelos estudos feministas, em especial, por Eva Kittay; e a interface da Teoria de Justiça de John Rawls com a deficiência, cuidado e com a crítica à sua ideia de sociedade de iguais, chamada por Kittay de “crítica da igualdade de dependência.

Ano da publicação: 2008

Publicado por/em:  Revista de Estudos Universitários

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18 de setembro de 2019

O enigma da igualdade

Autora: Joan W. Scott

Resumo:
Scott estabelece, através deste artigo, uma discussão sobre os conceitos de igualdade e diferença, do gênero, das identidades individuais e de grupo, enfatizando a necessidade de historicidade do tema dentro da sociedade contemporânea. O artigo trata também de questões que envolvem as políticas de ação afirmativa, diferenças de gênero e raça no mundo do trabalho ou acesso de minorias a universidades. Scott argumenta que a questão da igualdade precisa ser entendida em termos de paradoxo.

Ano da publicação: 2005

Tradução: Jô Kianovicz e Suzana Bornéo Funck

Publicado por/em: Revista Estudos Feministas

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4 de agosto de 2019

Mulheres, (homos)sexualidade e diferenças: uma reflexão sobre políticas públicas segmentadas

Autora: Regina Facchini

Resumo: 
Este trabalho articula uma reflexão com base em pesquisa de doutorado conduzida entre 2003 e 2008 com mulheres com práticas homoeróticas na Grande São Paulo. O material discutido é proveniente da utilização de metodologia qualitativa (observação etnográfica e entrevistas semi-estruturadas) e o universo de entrevistadas é composto por mulheres, entre 18 e 50 anos, com diferentes inserções raciais, de diferentes estratos sociais e identidades sexuais. A análise considera as intersecções entre diversos marcadores sociais de diferença, tais como classe, gênero, sexualidade, geração e raça e seu impacto nas convenções sobre sexualidade, gênero e corpo e nas relações sociais estabelecidas por essas mulheres para refletir sobre a noção de um “corpo lésbico”, que tem norteado as demandas por políticas de saúde desde os anos 1990. Além disso, noções como “contextos de vulnerabilidade” e “transversalidade”, presentes no jargão dos gestores públicos de saúde, também são levadas em conta na análise proposta. Desse modo, este trabalho procura colaborar para a reflexão sobre políticas públicas direcionadas a determinados segmentos da população, que vêm sendo delineadas e colocadas em prática nas últimas décadas no Brasil.  

Ano da publicação: 2008

Publicado por/em: 26ª Reunião Brasileira de Antropologia

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