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24 de setembro de 2019

Repensar as relações sociais de sexo, classe e “raça” na globalização neoliberal

Autora: Jules Falquet

Resumo:

A autora procura demonstrar como funciona a co-formação das relações de poder (relações sociais de sexo, de “raça” e de classe), a partir da análise da re-organização da divisão do trabalho e, mais particularmente, do “trabalho considerado feminino”, uma e outra provocadas pela globalização neoliberal e que, ao mesmo tempo, modificam aquelas relações.

Ano da publicação: 2008


Publicado por/em: Revista de Ciências Sociais

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3 de setembro de 2019

Ninguém nasce Mulher

Autora: Monique Wittig

Resumo (elaborado por nós):
A autora critica reiteradamente as feministas que incentivam o Mito da Mulher como ser sagrado e que governou o mundo antes do patriarcado, alegando que esta perspectiva é essencialista e relacionada ao binarismo de gênero. Para Wittig, o grupo de mulheres não é um grupo natural, mas construído socialmente, em que as mulheres que resistem a serem produzidas como esperadas passam a ser vistas como não verdadeiras. Sendo as mulheres produtos das opressões econômica, ideológica e política dos homens, as lésbicas não seriam mulheres por resistirem a estas opressões. A autora também critica os marxistas por não incluírem as questões do movimento Feminista em suas lutas, mas reforça que a consciência de classe é essencial nesta luta. Assim, Wittig critica as definições dos sujeitos e reforça que problemas sociais são problemas de classe.

Ano da publicação: 2012

Tradução: Hurrah, um Grupelho Eco-anarquista e Coletivo Bonnot

Publicado por/em: Hurrah


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25 de agosto de 2019

Gênero, Patriarcado, Trabalho e Classe

Autora: Helena Hirata

Resumo:
A conjunção das palavras-chave que compõem o título desse artigo remete imediatamente ao conjunto de reflexões e práticas do que se convencionou denominar “feminismo materialista” Assim, esse texto apresenta, de início, o feminismo materialista para, em seguida, abordar o tema do trabalho das mulheres e, mais geralmente, a relação entre trabalho e gênero, no contexto de um capitalismo patriarcal. Discute, enfim, o paradigma da interseccionalidade, que propõe a interdependência e a não-hierarquização das relações de poder de gênero, raça e classe social.

Ano da publicação: 2018

Publicado por/em: Revista TrabalhoNecessário

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8 de julho de 2019

El Patriarcado Desnudo

Autora: Colette Guillaumin, Paola Tabet e Nicole Claude Mathieu

Resumo: 
El feminismo materialista francés es sin duda una de las corrientes más radicales, aunque poco conocida del pensamiento y de la práctica feminista. Desde 1970, desnuda las raíces mismas de la subordinación de las mujeres, al demostrar que no son un grupo biológico, natural, sino que una clase social, de sexo, construida por relaciones de producción y explotación. El Patriarcado al desnudo reúne tres textos fundamentales del “feminismo materialista francés”, por primera vez traducidos al español: Colette Guillaumin: Práctica del poder e idea de Naturaleza; Paola Tabet: Las manos, las herramientas, las armas; y Nicole Claude Mathieu : Identidad sexual/sexuada/de sexo: tres modos de concpetualizar las relaciones entre sexo y género.

Ano da publicação: 2005

Publicado por/em: Brecha Lésbica

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