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24 de setembro de 2019

De la cama a la calle: perspectivas teóricas lésbico-feministas

Autora: Jules Falquet

Resumo:
El primer texto, “Breve reseña de algunas teorías lésbicas”, es una presentación sintética de algunas teorías, luchas y debates de lesbianas de diferentes partes del mundo, enfatizando las experiencias francesas, latinoamericanas y caribeñas. Propone un panorama general e histórico del lesbianismo político, destacando sus principales aportes teóricos y de acción política, además de ofrecer numerosas pistas bibliográficas. Quiere ser una contribución para que no perdamos la memoria y sepamos que tenemos una acumulación teórica bastante importante en la que apoyarnos como lesbianas. El segundo texto se titula “La pareja, este doloroso problema. Hacia un análisis materialista de los arreglos amorosos entre lesbianas”. Es una reflexión sobre las relaciones amorosas que establecemos las lesbianas en la lógica dominante de la pareja, lógica que reproducimos debido a una serie de factores que van desde los efectos del neoliberalismo y la precarización material de nuestras vidas, hasta la ausencia de propuestas más colectivas no sólo en el ámbito de la sexualidad y el amor, sino en la organización material cotidiana. En ese sentido, la autora propone la necesidad del “amor político” entre mujeres, significando con ello entretejer complicidades, amores, afectos y vínculos políticos –y hasta productivos– cada vez más amplios, fuera del modelo de pareja dominante.

Ano da publicação: 2006

Publicado por/em: Brecha Lésbica

Clique aqui para acessar o trabalho (texto em espanhol).

26 de agosto de 2019

A visibilidade lésbica nos espetáculos teatrais da cidade de São Paulo/SP entre 2012 e 2018

Autora: Camila Karla Grillo

Resumo:
Com a discussão sobre as pautas LGBT vigentes na sociedade brasileira, no início do século XXI, encontram-se no teatro, diferentes temáticas que abordam aspectos do universo homoafetivo sobre diversas perspectivas. Entretanto, é possível observar que estes espetáculos contemplam identidades gays, trans e queer, enquanto pouco se fala sobre as temáticas lésbicas. Sendo o teatro um espaço simbólico de transformações sociais, a representatividade das pautas lésbicas se torna um assunto primordial a ser pensado e discutido como um meio de construção de memória e visibilidade na Pós-Modernidade, já que dialoga com a sociedade em geral, bem como com os Estudos Culturais. É nesta dimensão que se discute a visibilidade das temáticas lésbicas em contraponto a quantidade de produções de peças que abarcam a representatividade de outras identidades que se enquadram na categoria LGBT. Seguindo a corrente Pós-Estruturalista, a metodologia adotada é o construcionismo, de caráter qualitativo, utilizando da análise de práticas discursivas. Para tanto, adotou-se como procedimento um levantamento de peças com temáticas LGBT, servindo-se do banco de dados OFF Guia de Teatro SP, com a coleta de dados de espetáculos decorrentes do período 2012 a 2018. Foram realizadas também seis entrevistas semiestruturadas com atrizes que atuaram em alguns desses espetáculos catalogados. Como resultado, compreende-se que existe uma visibilidade das temáticas lésbicas no teatro, do ponto de vista da interação e envolvimento do público, capaz de causar transformações sociais, mas que ainda é limitada pela reprodução da heteronormatividade e do machismo estrutural manifestado por meio da hegemonia gay, resultando, principalmente, na falta de incentivo e investimentos por produtores culturais.

Ano da publicação: 2019

Publicado por/em: PPG Estudos Culturais - Dissertação - Universidade de São Paulo

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25 de agosto de 2019

Breve resenha de Algumas Teorias Lésbicas

Autora: Jules Falquet

Resumo (extraído da introdução do texto):
Este trabalho procura sintetizar e dar a conhecer algumas teorias, reflexões e lutas das lésbicas e de seus movimentos em diferentes partes do mundo. Aqui quero na verdade resgatar elementos menos conhecidos que tendem a uma crítica radical, tanto da sexualidade em seu conjunto, como da heterossexualidade enquanto sistema político, e do sistema patriarcal, racista e classista imperante. Primeiro, evoco a relatividade do que se chama "lesbianismo" e ao mesmo tempo, a importância de usar o termo "lésbica" frente a uma concepção geral-masculina da homossexualidade. Em um segundo momento, abordo os conflituosos laços do movimento lésbico com os movimentos homossexual e feminista, assim como os fundamentos teóricos do movimento lésbico autônomo que se forma progressivamente. A continuação, apresento outros desenvolvimentos da teoria e das lutas lésbicas, em especial as contribuições e questionamentos das lésbicas não-brancas e dos setores populares. Finalmente, evoco as teorias liberais “pró-sexo” e queer, que se perfilam mais bem como um retorno à posições fortemente influenciadas pelo pensamento masculino.

Ano da publicação: 2004

Publicação e tradução: Herética edições lésbicas e feministas independentes

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24 de agosto de 2019

Neomachismo gay

Autora: Beatriz Gimeno

Resumo (elaborado por nós): Beatriz Gimeno discorre brevemente neste texto sobre o neomachismo vindo de gays, discutindo privilégios que homens, mesmo gays, obtém socialmente. Gimeno pede atenção para a masculinidade gay que está assimilando algumas características da masculinidade hegemônica e continuam por excluir as lésbicas.

Ano da publicação: 2007

Publicado por/em: Blog Alai

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4 de agosto de 2019

Movimento homossexual no Brasil: recompondo um histórico

Autora: Regina Facchini

Resumo: 
O movimento homossexual existe no Brasil há cerca de 25 anos. Este artigo, baseado na combinação entre pesquisa bibliográfica, documental e etnográfica, oferece interpretações que procuram contribuir para a reconstituição do histórico desse movimento. Ênfase especial é atribuída à importância das - conexões ativas - na configuração assumida pelo movimento em determinado contexto, sobretudo no que toca ao papel desempenhado por atores ligados ao Estado e ao mercado segmentado nos processos que acompanharam o reflorescimento do movimento na década de 1990. As transformações políticas e sociais mais amplas que ocorreram no país, tais como o retorno ao regime democrático, o surgimento da AIDS e o desenvolvimento do individualismo, bem como as alterações no modo de perceber a sexualidade que tiveram lugar nos últimos anos, são relacionadas às mudanças ocorridas no interior do movimento e à própria viabilidade de uma política de identidades homossexual no Brasil.

Ano da publicação: 2003

Publicado por/em: Cadernos AEL

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8 de julho de 2019

Militante... Já viu, né? A homofobia nos processos de subjetivação dos militantes do movimento LGBT

Autora: Tânia Pinafi

Resumo: 
O objetivo deste trabalho é avaliar as influências de uma série de preconceitos sexuais e de gênero, presentes em nosso entorno social, sobre os modos de subjetivação dos militantes gays e lésbicas do Movimento LGBT brasileiro. Neste estudo, foram analisadas as relações sociais de sexo inter e intra gêneros na (con)vivência política de gays e lésbicas, as particularidades do contexto sócio-histórico e político nos processos de subjetivação e a homofobia. Para o desenvolvimento deste estudo foram realizadas entrevistas em profundidade com quatro militantes, dois gays e duas lésbicas, que possuem certa experiência junto à militância política LGBT em âmbito nacional. O método cartográfico e a perspectiva genealógica de Michel Foucault constituíram, respectivamente, o procedimento metodológico e o referencial teórico deste estudo; o que em última instância poderia nos levar a dizer que trabalhamos com “cartografias de base genealógica”. A análise das cartografias mostrou que no interior da militância LGBT se gestam certas práticas de normalização das identidades sexuais e de gênero, as quais aprisionam os corpos em redes de poder assimétricas no seio da coletividade do Movimento LGBT. Também pudemos perceber que a grade de inteligibilidade cultural do sistema andro-heterocentrado e homofóbico, instituída para apreender as relações socias de sexo, sempre que evocada, reinstitui o pensamento da diferença para pensar as identidades, contribui para perpetuar a existência do modelo binário de sexo, de gênero e de sexualidade, eclipsa a heterogeneidade presente no grupo dos homens e das mulheres, enfim, constrange a emergência do pensamento da diversidade para apreender a nós mesmos e ao mundo.

Ano da publicação: 2011

Publicado por/em: Faculdade de Ciências e Letras de Assis - Dissertação - UNESP

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